Portugal Empreendedor

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O apelo ao empreendedorismo está, felizmente, a encontrar um forte eco na sociedade portuguesa. Já não é por ser um conceito simpático e com ares de modernidade, mas porque estamos conscientes de duas realidades: a) já não há empregos por conta de outrem, para todos, para toda a vida e b) a aposta num empreendedorismo informado, inovador e bem gerido, pode ser uma opção mais feliz e recompensadora, como projecto de vida.

“Empreendedorismo” não é apenas o trajecto de alguém a criar o seu próprio negócio. É toda uma mentalidade, uma atitude e espírito orientado para inovar. É olhar e ver soluções onde outros vêem apenas ameaças ou problemas. É descortinar antes dos outros uma oportunidade no mercado e conceber formas criativas de a aproveitar – com novos produtos, novos processos, novas tecnologias ou novos modelos de gestão.

Para potenciar o empreendedorismo, de forma estruturada, haverá que trabalhar várias dimensões. Primeiro, educação de base, a formação e a promoção do empreendedor. Atribuir reconhecimento social aos empreendedores que criam valor e emprego para o país. Numa fase de planeamento, aproveitar estudos realizados, redes de partilha de conhecimento e competências das instituições públicas e privadas que permitem a melhoria da competitividade.

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E garantir que os projectos empreendedores serão sustentáveis, reduzindo os níveis gerais de mortalidade. Depois, olhar para o financiamento das boas ideias, que necessita de instrumentos orientados às várias fases dos projecto, como a pesquisa, análise de mercado, desenvolvimento do “produto”. Não menos importante, procurar caminhos que eliminem barreiras burocráticas ao investimento e reorganizem a interacção dos empreendedores com estado, para que se crie um ambiente que impulsione o investimento. E, por último, facilitar o trajecto de pequenos projectos para que possam ganhar escala, nacional e internacional.
O empreendedorismo não será a cura de todos os males da economia portuguesa. Mas, numa economia global, a funcionar em rede, o papel de pequenas e médias empresas, inovadoras e flexíveis, resultantes do esforço criativo dos empreendedores é cada vez mais relevante. Há que favorecer o seu nascimento e a sua multiplicação!

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Portugal Empreendedor

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